A doença em notícia – frente a frente

A doença em notíciaNo âmbito do projeto “A doença em notícia”, financiado pela FCT, e que se encontra a ser desenvolvido pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, fui convidada a responder a três questões:

  1. Qual deverá ser o papel dos media da promoção da Saúde Pública?
  2. Como carateriza a relação entre os jornalistas e as assessorias no setor da Saúde em Portugal?
  3. Que estratégias poderiam ser desenvolvidas para melhorar a qualidade dessa relação e, por conseguinte, a qualidade da informação mediática sobre saúde em Portugal?

As respostas podem ser encontradas aqui. E como se trata de um frente-a-frente, obtendo respostas junto de um consultor de comunicação e de um jornalista, a opinião de Inês Schreck, do Jornal de Notícias, pode ser encontrada aqui.

E, já agora… opinem!

Os sete “segredos” para o sucesso

Inspirada em The 7 Habits of Highly Successful People de Stephen Covey, Amanda Miller Littlejohn escreve no PRDaily os sete “segredos” para um bom desempenho profissional, que podem ser aplicados a qualquer profissão, especificamente no que respeita às PR nas suas relações com jornalistas,  clientes e público.

1 – Proatividade
2 – Estratégia
3 – Capacidade de organização
4 – Avaliação de retorno
5 – Objetividade
6 – Sinergias
7 – Atualidade e formação

Um artigo para ler aqui.

PR é…..?

PR é…

Imagem retirada daqui.

PR: algumas “dicas” para comunicar online com jornalistas

PR DON’T 1 – Never send attachments

PR DON’T 2 – Stop with the jargon

E mais… Para ler aqui

Entre a esperança e a confiança: nunca quebrar

Sou da opinião que a convivência e a integração do marketing com a comunicação é saudável e necessário. É-o desde que não se atropelem uma à outra. A partir do momento em que se confundem os limites de atuação das duas, algo vai mal.

Exemplo disso, e mais que badalado nestes últimos dias, é a campanha de marteking da Cacharel.

Não vou analisar estratégias. Não conheço os objetivos da campanha. Quanto a mim o erro crasso desta estratégia de marketing foi na sua operacionalização: deixar que a comunicação extravasasse para os meios de comunicação social sem que a marca  recusasse, nos bastidores,  que o jovem escolhido para esta campanha falasse com os jornalistas.

Num período conturbado em que vivemos, em que a vontade de boas notícias impera, a esperança dos portugueses vibrou por uma simples história de amor. E, num período conturbado em que vivemos, muitos destes portugueses que vibraram com uma simples história de amor, sentiram-se enganados. Qual a reputação da Cacharel neste momento? Como está a ser visto o lançamento do Catch Me, o novo produto visado nesta campanha? A expetativa de vendas responderá a estas questões.

Na minha opinião, grave é também a visão que os jornalistas terão das agências de comunicação. Se já eram duas profissões em que o conflito de interesses é constantemente apontado, em que se usa o argumento de que a informação difundida e trabalhada é realizada para “beneficiar” e “condicionar” perspetivas, em que há (e isto tem de ser dito) ainda muita desconfiança pelo trabalho que é feito pelos consultores de comunicação… Como (res)suscitar a credibilidade das Public Relations junto dos profissionais dos media?

O futuro… não pode ser triste.

European Communication Monitor 2012

Os resultados do maior estudo de comunicação em todo o mundo foram agora publicados. Participaram 2.200 profissionais de comunicação de 42 países, num projeto conjunto da EUPRERA (European Public Relations Education and Research Association), EACD (European Association of Communication Directors), e da revista Communication Director, com o apoio da Ketchum Pleon.

O estudo está também disponível para consulta em pdf e em ppt.

Erros na informação: o assassino (ou suicídio) do consultor

Reler e confirmar a informação que se escreve num Press Release a enviar para os jornalistas é meio passo dado para não se assassinar (ou suicidar) um consultor de comunicação.

Por um lado, cuidado com os erros ortográfico. Às vezes a pressa é inimiga da perfeição e não é raro escrever-se peido (em vez de pedido), pau (em vez de pai), ereção (em vez de receção). Reler o que se escreveu e dar a ler a outras pessoas (com olhos menos viciados) é essencial.

Por outro, é preciso verificar a exatidão e a veracidade da informação. Algumas dicas retiradas daqui.

A few fact-checking tips for PR pros:

  1. Check with your client or a senior leader in your organization for the correct spelling and form of a company’s name. Don’t rely on your own Web site—frequently companies use different forms and spellings on their own sites.
  2. Contact executives directly for their most recent job title. That’s also a good way to get the correct spelling of the exec’s name.
  3. For a new product or service, ask more than one person in the organization for the correct name and for an accurate description. You may find that there is no consensus on either.
  4. Don’t rely on previous press releases or marketing materials for your fact-checking. You may be passing on a legacy of errors. (…)

E um desafio: quais as melhores gaffes que cometeram/apanharam? 🙂 Quem se atreve?!