Comunicação ou talvez não

Como comecei ontem a terceira semana de trabalho non stop, hoje consigo comentar uma  notícia publicada no Expresso, um comentário ao texto escrito na rubrica Em Off (página 6 do caderno de economia).

O mais provável é o jornalista ter sido contactado directamente pelas entidades interessadas com o único objectivo de terem alguma visibilidade. O mais provável ainda é estas entidades não trabalharem com uma agência de consultoria de comunicação ou, pior ainda, nem sequer saberem que estas existem e para o que servem ou, também credível, desconhecerem por e simplesmente o que é a comunicação.

Mas esta notícia faz com que eu regresse a algo que já tinha aqui comentado anteriormente. E dessa mensagem retiro precisamente a afirmação: «Se há uns quantos clientes informados que vêem no consultor de comunicação  um parceiro, outros (menos ou nada informados) ainda acreditam que o nosso papel é “fazer-com-que-a-notícia- do-cão-que-mordeu-o-homem” seja a abertura de um qualquer telejornal ou primeira capa de um jornal. Chega! Basta de dizer “yes“, há que pôr um ponto final à subserviência.»

Reforço então a eterna questão. Para quando uma entidade reguladora que seja capaz de fazer aquilo que os consultores, individualmente, não conseguem: uma campanha de esclarecimento sobre o papel do consultor de comunicação e que defenda os interesses dos seus profissionais.

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