Isabel Alçada quer acabar com “chumbos”(?)

A primeira página do Expresso de hoje está a fazer furor. Tudo por causa de uma entrevista feita à ministra da educação na qual defende que as reprovações (vulgo chumbos de ano) não são benéficas para o sistema. Isabel Alçada refere serem necessárias medidas (entretanto apoiadas pela Confap naquilo que ja denominam como “a maior reforma no ensino desde o 25 de Abril”) que potenciem “ajudar os outros que têm um ritmo diferenciado”.

Duas reflexões. A primeira coisa que me passa pela cabeça é que se existe já uma lacuna de profissionais especializados para acompanhar os alunos com problemas de aprendizagem, de que forma é que se pretende operacionalizar esta estratégia?

A segunda diz respeito à formação e educação. Não entendo que tipo de formação ou incentivo se pretende dar a crianças se estas não aprenderem a lidar com as barreiras e as dificuldades próprias da sua idade. De que forma é que esta (des)formação se poderá reflectir na educação da geração futura deste País?

Só vejo um objectivo… Garantir um lugar de topo nas estatísticas europeias de frequência escolar.

“The roots of education are bitter, but the fruit is sweet.” (Aristóteles)

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